‘O último mergulho’: jovem bate a cabeça após pular de árvore e é devorado por piranhas em balneário no AM; veja vídeo

Amazonas — Uma manhã de lazer em família terminou em tragédia neste domingo (28/6), em Coari, no interior do Amazonas. Um adolescente de aproximadamente 16 anos morreu após pular de uma árvore nas águas do Balneário da Lídia. A principal suspeita é de que o jovem tenha sofrido um trauma na cabeça logo após o salto, o que o impediu de nadar. Enquanto esteve submerso, a vítima também sofreu ataques de piranhas.
O acidente aconteceu instantes antes de um temporal atingir a região. De acordo com informações colhidas no local, o adolescente subiu em uma árvore seca localizada às margens do rio e mergulhou. Ele afundou imediatamente e não retornou à superfície, o que gerou desespero rápido entre familiares e outros banhistas presentes.
O Resgate
A vítima permaneceu debaixo d’água por cerca de cinco minutos. A própria população e a equipe do balneário realizaram buscas imediatas, conseguindo localizá-lo e resgatá-lo para um bote. Ao ser retirado da água, testemunhas notaram que o rosto do jovem estava parcialmente ferido, confirmando a ação das piranhas durante os minutos em que ele ficou desacordado no fundo.
No gramado do balneário, pessoas tentaram realizar manobras de reanimação cardiopulmonar. O adolescente foi encaminhado às pressas para o hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos e ao tempo de afogamento, tendo o óbito confirmado logo em seguida. O nome do jovem não foi divulgado até a publicação desta reportagem.
Esclarecimentos do estabelecimento
O caso gerou comoção imediata na cidade. Para esclarecer os fatos e evitar a propagação de falsos rumores sobre brigas ou violência armada, o proprietário do Balneário da Lídia prestou declarações à imprensa local logo após o socorro.
Ele reforçou que o ocorrido foi um acidente fatal. “A família estava aqui presente. Foi uma fatalidade. Nós prestamos socorro [junto com] os meninos do balneário. Acredita-se que ele tenha batido a cabeça”, explicou o dono do local.
O empresário também apontou para a área de onde o jovem saltou e ressaltou que o balneário dispõe de uma barreira física de contenção dentro da água, delimitando o espaço seguro para o banho. O salto, no entanto, teria ocorrido a partir de uma estrutura externa (a árvore), superando essa demarcação.
As autoridades competentes devem acompanhar o caso para confirmar as causas exatas do óbito por meio de exames periciais.


