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Servidores da educação anunciam protesto e cobram governo após suspensão de plano de saúde no Amazonas

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Servidores da educação anunciam protesto e cobram governo após suspensão de plano de saúde no Amazonas

Manaus – Trabalhadores da rede estadual de ensino do Amazonas devem realizar um protesto nesta segunda-feira (6), em frente à sede do governo do estado. A mobilização foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) após a suspensão do plano de saúde dos servidores da Secretaria de Estado de Educação do Amazonas.

A manifestação marca o primeiro grande desafio de Roberto Cidade à frente do Governo do Amazonas.

O cenário é visto como uma crise herdada da gestão de Wilson Lima, que agora exigirá articulação e respostas rápidas para evitar uma possível paralisação dos profissionais da educação.

De acordo com o sindicato, o serviço foi interrompido em meio a uma dívida de cerca de R$ 52 milhões, acumulada ao longo de aproximadamente oito meses sem repasses por parte do governo estadual. A entidade afirma que esta é a quarta vez que os profissionais ficam sem atendimento de saúde, o que tem gerado revolta na categoria.

Segundo os trabalhadores, a falta de pagamento tem provocado situações graves, como pacientes sem acesso a tratamento, gestantes sem acompanhamento pré-natal e servidores impedidos de receber atendimento nas unidades credenciadas. Para o sindicato, o cenário evidencia descaso com os profissionais da educação.

 

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O protesto tem como principal pauta a retomada imediata do plano de saúde, além de críticas à condução da política de valorização da categoria. Os manifestantes afirmam que, apesar do discurso oficial, a realidade enfrentada pelos trabalhadores é de abandono.

A mobilização deve ocorrer ao longo da manhã e pretende reunir servidores em frente à sede do Governo do Estado do Amazonas. A expectativa é pressionar o poder público por uma solução urgente para o problema.

Em nota, os trabalhadores reforçam que o acesso à saúde é um direito básico e destacam que a situação compromete não apenas os profissionais, mas também o funcionamento da educação no estado. Para a categoria, sem condições dignas, não há como garantir qualidade no ensino.


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