Laudo do IML revela causa da morte de Ângela Bulbol após atropelamento em Manaus
Brasil – O laudo preliminar do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que a educadora e ex-gestora pública Ângela Bulbol, de 64 anos, morreu em decorrência de traumatismo cranioencefálico, hemorragia cerebral aguda e edema cerebral difuso provocados por ação contundente em um acidente de trânsito.
Ela foi atropelada na sexta-feira (20), dentro do condomínio Ephygênio Salles, no bairro Aleixo, zona Centro-Sul de Manaus. Após o impacto, Ângela chegou a ser submetida a procedimento cirúrgico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (22), em um hospital particular da capital. O corpo foi removido pelo IML às 21h26, conforme relatório oficial.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que a educadora atravessava a via interna do condomínio, onde costumava caminhar, quando foi atingida por um carro branco. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada inicialmente ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, sendo depois transferida para a rede privada.
A Polícia Civil do Amazonas informou que apura as circunstâncias do atropelamento. O nome da motorista envolvida não foi oficialmente divulgado. Segundo a corporação, novas informações serão apresentadas após a conclusão das diligências.
Trajetória na educação e na gestão pública
Com carreira consolidada, Ângela Bulbol foi professora da Universidade Federal do Amazonas, onde exerceu o cargo de pró-reitora de Administração e Finanças. Também esteve à frente da Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead) e presidiu a Fundação Escola de Serviço Público Municipal (FESPM).
Reconhecida pela atuação na qualificação de servidores e na modernização da gestão pública, ela deixa um legado no ensino superior e na administração pública do Amazonas.


