Descaso da Seduc: Escola estadual está sem energia há mais de 15 dias e alunos são obrigados a estudar de casa em Manaus
Manaus – A demora da Secretaria de Educação revolta os pais de alunos na capital amazonense nesta quinta-feira (5/11). Uma escola estadual está sem energia há mais de 15 dias na zona Norte de Manaus. O grave problema afeta a Escola Estadual Dra. Zilda Arns Neumann, localizada no bairro Nova Cidade. De facto, a unidade não possui eletricidade desde o dia 20 de outubro de 2026. Por causa disso, os estudantes continuam impedidos de retornar às salas de aula regulares.
Defeito no transformador e as visitas técnicas sem sucesso
Segundo a denúncia dos responsáveis, um grande defeito no transformador gerou todo o transtorno. O equipamento elétrico fica instalado dentro da própria unidade de ensino. Neste sentido, a direção escolar informou que a responsabilidade pertence a uma empresa terceirizada. A Seduc-AM contratou a prestadora de serviços para realizar a manutenção geral da rede.
Por outro lado, os pais afirmam que os técnicos da prestadora visitaram a unidade duas vezes. No entanto, eles não solucionaram o problema elétrico até ao momento. Enquanto isso, os professores enviam as atividades curriculares por meio dos grupos de comunicação online. Ou seja, os estudantes precisam acompanhar as aulas remotamente do interior das suas casas.
Falta de respostas e o impacto direto no ano letivo
Além disso, a situação alarmante levanta questionamentos sobre a capacidade de resposta do Governo do Amazonas. Afinal, o estado paga uma empresa privada para realizar este tipo específico de serviço. Sendo assim, a sociedade questiona o motivo da ausência dos alunos nas salas de aula. Igualmente, os responsáveis não receberam informações claras sobre a substituição do transformador danificado. Tampouco, a direção repassou uma previsão concreta para a retomada das atividades presenciais.
Sem dúvida, a preocupação das famílias aumenta diariamente com o fim do ano letivo. Como sabemos, os alunos já cursam o quarto e último bimestre escolar. Para as famílias, cada dia sem aulas presenciais prejudica a aprendizagem das crianças e o cumprimento do calendário. “Qual a dificuldade em trocar um transformador para uma empresa que tem contrato e ganha milhões por mês?”, questionou um pai muito indignado.
O direito à educação e a cobrança por fiscalização pública
Diante dos factos, a denúncia coloca a secretaria estadual diante de uma forte cobrança direta. Os pais exigem providências efetivas desde o início do apagão prolongado. Acima de tudo, o problema elétrico afeta o direito básico dos estudantes à educação pública de qualidade. Em suma, o caso expõe a grande necessidade de uma rigorosa fiscalização sobre os serviços terceirizados.
Por fim, a administração estadual precisa explicar os motivos do descaso e apresentar uma solução definitiva. Os pais querem respostas transparentes e, principalmente, o retorno dos filhos ao colégio. Em conclusão, o espaço deste portal permanece aberto para uma manifestação oficial da Seduc-AM e da empresa contratada.





