Hapvida orienta pais sobre prevenção de síndromes respiratórias em crianças no Amazonas
Amazonas – Com a chegada de janeiro e a intensificação do período chuvoso e úmido em Manaus, cresce a circulação de vírus respiratórios que afetam, principalmente, as crianças. O cenário exige atenção redobrada dos pais e dos responsáveis, já que mudanças no clima favorecem infecções, como gripes, resfriados, bronquiolite e outras síndromes comuns na infância.
De acordo com dados do Ministério da Saúde e de boletins epidemiológicos da Fiocruz, em determinadas épocas do ano, há um aumento expressivo na circulação de patógenos, a exemplo de Influenza, vírus sincicial respiratório (VSR), rinovírus e adenovírus. Tais infecções podem desencadear desde quadros leves até condições mais graves, como bronquiolite e pneumonia, que demandam acompanhamento médico imediato.
Vacinação contra o VSR
O vírus sincicial respiratório (VSR) é um dos principais agentes das síndromes respiratórias em crianças menores de dois anos. É responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% das pneumonias nessa faixa etária, apontam dados do Ministério da Saúde.
O médico Eduardo Bassani, diretor corporativo Nacional da Obstetrícia da Hapvida, destaca que a operadora orienta gestantes desde o início do pré-natal sobre a importância da vacinação contra o VSR a partir da 28ª semana de gestação. A prática tem sido fundamental para proteger vidas, reduzir o número de internações e evitar complicações graves. O imunizante é disponibilizado gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).
“Na Hapvida, nosso trabalho começa ainda no pré-natal. A gente orienta, acompanha e lembra as gestantes sobre a vacinação, porque sabemos que essa decisão tem impacto direto na saúde do bebê nos primeiros meses de vida”, afirma Eduardo.
*Como se manifestam as síndromes respiratórias*
De acordo com o médico Rondinelli Matos, pediatra da Hapvida, as síndromes respiratórias se manifestam por sintomas como tosse persistente, coriza, febre, dificuldade para respirar, chiado no peito, cansaço excessivo e, em alguns casos, recusa alimentar.
“Em bebês e crianças pequenas, sinais como respiração acelerada, retração das costelas, lábios arroxeados ou sonolência excessiva são considerados alertas e indicam a necessidade de atendimento médico urgente”, alerta.
Prevenção dentro de casa
No dia a dia, a prevenção começa dentro de casa. Medidas simples fazem diferença, como manter os ambientes ventilados, reforçar a higiene das mãos, limpar brinquedos com frequência, evitar contato com pessoas gripadas e evitar exposição a locais fechados e com aglomeração
“Outro ponto fundamental é manter o calendário vacinal em dia, especialmente as vacinas contra Influenza e outras infecções respiratórias previstas no Programa Nacional de Imunizações (PNI)”, orienta Rondinelli.


