Família denuncia possível falta de leito e demora no atendimento após m0rte de jovem em Manaus
Amazonas – Uma jovem identificada como Juliana Ferreira Brasil, de 26 anos, morreu após apresentar complicações depois de uma cirurgia de laqueadura realizada em Borba, no interior do Amazonas.
O caso foi encaminhado ao portal e TV CM7 Brasil por meio de uma denúncia nesta terça-feira (18).
Segundo as informações recebidas pela reportagem, Juliana foi submetida ao procedimento na última sexta-feira (14), no hospital do município. Após apresentar alterações em seu estado de saúde, a equipe médica teria decidido pela transferência da paciente para Manaus, onde ela poderia receber atendimento de maior complexidade.
A partir da transferência para a capital, porém, surgem os principais questionamentos relatados pela família.
Conforme a denúncia encaminhada ao CM7 Brasil, Juliana chegou a Manaus e teria sido levada inicialmente a uma unidade hospitalar, mas enfrentou dificuldades para ser admitida.
Posteriormente, a paciente teria sido encaminhada ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto. Segundo o relato, houve espera e deslocamento entre unidades antes que ela recebesse atendimento hospitalar.
Juliana foi posteriormente encaminhada para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas morreu durante a madrugada.
A família questiona se o período transcorrido entre a chegada da paciente à capital, os deslocamentos entre unidades e a efetiva admissão hospitalar pode ter contribuído para o agravamento de seu quadro clínico.
Entre os pontos que precisam ser apurados estão o horário exato da chegada de Juliana a Manaus, a unidade que recebeu inicialmente a paciente, o tempo de espera para atendimento, o motivo de eventual transferência entre hospitais e o momento em que ela foi encaminhada para a UTI.
Juliana Ferreira Brasil tinha 26 anos e deixa duas crianças. A família busca respostas sobre os acontecimentos após a chegada da jovem a Manaus e sobre o atendimento recebido antes de sua internação na UTI.
O CM7 Brasil buscará esclarecimentos junto à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas e às unidades hospitalares envolvidas para esclarecer a sequência do atendimento e o tempo transcorrido entre a chegada da paciente à capital e sua admissão hospitalar.
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